Glaucoma

Glaucoma

O glaucoma é uma das maiores causas da cegueira no mundo, sobretudo entre as pessoas mais idosas. Porém ela é evitável desde que o paciente seja diagnosticado no início da doença. É uma doença causada por uma deficiência na drenagem do humor aquoso (líquido transparente produzido pelo corpo ciliar e localizado entre a córnea e o cristalino), podendo causar aumento da pressão intra-ocular, comprometimento do nervo óptico e alterações de campo visual.


O glaucoma pode danificar as fibras do nervo óptico, fazendo assim com que se desenvolvam pontos cegos. Esperar pelos sintomas de perda visual não é o ideal. A perda visual causada pelo glaucoma é irreversível, mas pode ser prevenida ou atrasada com tratamento.


Quando a cirurgia se faz necessária para controlar o glaucoma, um novo canal de drenagem é criado a fim de permitir o fluxo adequado do humor aquoso. Essa cirurgia é denominada trabeculectomia, porém, se a cirurgia for insuficiente para o controle do glaucoma, existe a possibilidade de implantar laser ou válvulas que, quando aplicados, podem diminuir a pressão ocular.

Catarata

Catarata

É uma patologia dos olhos que consiste na opacidade parcial ou total do cristalino ou de sua cápsula. Pode ser desencadeada por vários fatores, como traumatismo, idade, Diabetes mellitus, uveítes, uso de medicamentos, etc. Tipicamente apresenta-se como embaçamento visual progressivo que pode levar a cegueira ou visão subnormal.


Atualmente, a técnica cirúrgica mais moderna para o tratamento da catarata consiste na remoção do cristalino por microfragmentação e aspiração do núcleo, num processo chamado facoemulsificação, e posterior implante de uma lente intraocular.


A evolução da técnica permite hoje incisões muito pequenas, entre 2 e 3 milímetros, o que dispensa a necessidade de sutura, possibilitando que o paciente seja submetido à cirurgia de catarata com anestesia tópica (apenas colírios), saindo da sala de cirurgia já enxergando, com uma visão bem próxima da visão esperada, a qual costuma ocorrer em cerca de 1 mês após a cirurgia.

Transplante de córneas

Transplante de córneas

A substituição da córnea é indicada quando há alguma lesão ou doença que afete a integridade ou a curvatura da córnea comprometendo, dessa maneira, a visão de uma pessoa. A principal alteração na córnea que exige a realização de um transplante é o ceratocone - uma anomalia na qual a córnea sofre mudanças em sua estrutura, tornando-se mais fina e obtendo o formato de cone. Essa irregularidade interfere na curvatura do olho, aumenta o astigmatismo e, conseqüentemente, distorce muito a imagem. Para os portadores de ceratocone que não conseguem melhorar a qualidade e a quantidade de visão por meio de tratamentos com óculos, lentes de contato, anel de Ferrara ou cross-link, a indicação é o transplante.


Além do ceratocone outras distrofias genéticas levam à indicação de transplante. Estão nesta relação, por exemplo, casos em que uma camada mais profunda da córnea, o endotélio, apresenta perdas celulares, chamada distrofia de Fuchs. Esses casos, geralmente, se manifestam após os 50 anos de idade.


A cirurgia de transplante de córnea é realizada em torno de uma hora, mas os cuidados que o paciente precisa ter no pós-operatório exigem atenção por cerca de um ano e devem ser rigorosamente observadas para o sucesso do procedimento.

Cirurgia a laser

Cirurgia a laser

A clínica possui o Excimer Laser para correção de Miopia, Astigmatismo e Hipermetropia, Convencional e Personalizada.


As técnicas utilizadas são:


PRK: procedimento aprovado nos Estados Unidos pelo FDA (Food and Drug Administration) e no Brasil pelo CFM (Conselho Federal de Medicina). O procedimento cirúrgico leva menos de 1 minuto, a anestesia é feita por colírios e todo o procedimento é indolor. O laser não penetra no olho para realizar a correção. No pós-operatório pode ocorrer algum desconforto que varia em cada pessoa e a visão se estabiliza após poucas semanas.


LASIK: A diferença está na aplicação do laser após o levantamento de uma camada superficial da córnea. Esta é obtida por um aparelho chamado microcerátomo que, após a aplicação do laser, é reposicionada. O paciente não tem sensação dolorosa no ato cirúrgico ou após ele. A estabilização da visão se dá em poucos dias.

 

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